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BOLSONARISMO | Secom de Bolsonaro vai de verde e amarelo ao Twitter contra críticas da mídia britânica

Bolsonaro usou as redes sociais da Secom atacar a revista britânica The Economist, que o criticou, e defender seu governo, responsável por mais de 450 mil mortes na pandemia.

segunda-feira 7 de junho | Edição do dia

(Foto: Alan Santos/PR)

O relatório especial da semana da revista The Economist, uma das porta-vozes do imperialismo, trazia em sua capa a imagem do Cristo Redentor usando máscara de oxigênio e dizia que o Brasil vive sua "maior crise desde o retorno à democracia em 1985". A revista fala ainda sobre as eleições de 2022 e que tirar Bolsonaro seria uma prioridade.

A Secretaria de Comunicação utilizou 23 tuítes para criticar o texto, afirmando que a matéria "enterra a ética jornalística e extrapola todos os limites do debate público".

"A boa notícia é que nem os brasileiros, nem o mercado, nem o mundo caíram no pranto ideológico e raivoso da Economist. Se a matéria tivesse alguma credibilidade, provavelmente a Bolsa de Valores sofreria alguma alteração significativa, por exemplo. Não foi o que aconteceu", declarou a secretaria.

A Secom questiona trechos publicados pela revista, dizendo que ela defende uma mudança do governo que possibilitou a existência do auxílio emergencial, além de apontar que a revista expõe dados contraditorios quando fala do presidente e diz que Bolsonaro não conseguiu fechar contratos de vacinas, alegando que o avanço na vacinação pode ser justamente o fator a reelegê-lo.

Ao final, a Secretaria agradece à revista pelo "reconhecimento" e por "admitir" que o país está avançando:

"Talvez justamente por reconhecer nossos avanços, a Economist esteja tentando interferir em nossas questões domésticas e, segundo o texto, defenda a eliminação do presidente que está livrando Brasil da corrupção e da sujeição às oligarquias que a revista parece representar"




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